Campos
Rupestres
(de 800 a 1.550 mil metros de altitude);
Campos Cerrados
(de 600 até 1.000 metros de altitude);
Matas de Galeria e Matas de Capão.
Campos Cerrados:
Vegetação pouco desenvolvida como por exemplo:
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acidez
no solo;
ausência de matéria orgânica;
toxidez por alumínio;
ocorrência de fogo.
Campos Rupestres: Tem as
mesmas características dos Campos Cerrados, porém, sofrem
adaptações devido as maiores altitudes, tais como:
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frio intenso durante
o inverno;
fogo;
substrato rochoso;
ventos;
altas taxas de radiação solar;
possuem fisionomia própria espécies peculiares (inclusive
gêneros);
constituem um menor número de árvores esparsas ou isoladas;
arbustos esparsos formando agrupamentos e mais raros colônias;
tapetes herbáceos
(gramíneas mesclando com subarbustos);
endemismo altíssimo sendo restrito a Serra do Espinhaço.
Matas
de Galeria:
Vegetação
mais desenvolvida e frondosa, está nos vales úmidos do longo
dos cursos d'água, em solos aluvionais, decorrentes da deposição
de detritos carreados pela erosão. Funciona como barragem
de detritos para dentro das coleções hídricas, estabilização
de seus barrancos e serve de refúgio para animais.
Matas
de Capão:
Vegetação
de Mata de Galeria, ocorrem na crista do Espinhaço (1200
metros de altitude) e pequenas manchas nos Campos Rupestres.
Estão relacionados a diques de rochas básicas que originaram
solos vermelhos, onde a umidade é preservada, facilitando
o desenvolvimento de espécies de Mata Atlântica.
Mamíferos:
O
relevo tornou pouco atrativo para a agricultura, porém tornou-se
refúgio para diversas espécies da região. Os mais comuns
são: logo guará, paca, quati, tatu galinha e capivara: estando
em extinção: tamanduá bandeira, anta, onça pintada e parda,
jáguatirica.
Ornitofauna:
João
Cipó que em 1998 era visto apenas nas encostas próximo ao
Parque Nacional Serra do Cipó. Atualmente também é encontrado
na Bacia do Ribeirão do Campo.